segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Coisas sobre as quais eu pretendo escrever:

1. Terminar um sonho secreto.
2. Definição para o Amor(se eu conseguir definir).
3. Morte, fim.
4. Valores, princípios, fundamentos.
5. Política.(Lenda de Cafúncio).
6. Meio ambiente, desrespeito.
7. Preconceito, Julgamentos.
8. Amizade.
9. Felicidade.
10. Crianças.
11. Idosos.
12. Natal.
13. Consumismo.
14. Pessoas.

Pode ser que essa lista aumente, quem sabe! Até a próxima.

sábado, 28 de novembro de 2009

Sonho Secreto.

Essa semana eu estava lendo o fotolog o qual costumo visitar( muito boas, por sinal, as suas reflexões) e ela comentou o fato de algumas pessoas após terem passado o atordoado vestibular perdiam o objetivo de vida. Confesso que fiquei impressionada de que isso poderia existir. Como a vida de uma pessoa pode se resumir a um vestibular? Uma provinha que mede as capacidades da vida escolar é o seu objetivo de vida? Que vida medíocre a das pessoas que tem como objetivo o vestibular. Ele não deve ser a principal meta da vida de alguém, deve, apenas, ser mais um obstáculo a ser ultrapassado para que se consiga o tal objetivo. Acredito que a maioria das pessoas não tem a vida resumida a vestibular e que assim seja.
Mas, sabe qual é o meu sonho secreto? Meu objetivo utópico? Organizar uma ONG para crianças e adolescentes carentes para que eles tenham as mesmas oportunidades que eu tive. Saibam das mesmas coisas que eu. Ora, o sol nasceu para todos, todavia ele não irradia da mesma maneira em todas as casas, e se eu pudesse fazer com que ele irradiasse na janela de alguns da mesma forma que irradiou em toda a minha casa, aí sim, atingirei o ápice da minha felicidade.
Certa vez, quando eu era criança me perguntaram o que eu queria ser quando crescesse e eu me lembro muito bem da minha resposta infantil e bem fundamentada:"- Eu quero ser presidente do Brasil". Minha tia, professora universitária muito sábia foi um tanto negligente ao me responder. Disse que eu deixasse de sonhar com besteiras, que isso nunca poderia ser realizado...resumindo, definitivamente ela me desencantou com o fato de eu querer ser presidente. Na visão repentina do meu sonho infantil ela só interpretou o lado político de ser presidente no Brasil, um país cheio de mazelas, desonestidade, e aquela velha história da política brasileira que todos nós já conhecemos. Ela nem se quer percebeu o que eu estava querendo dizer com aquilo. Eu estava dizendo que não aguentava tantas mazelas, tanta tristezas, milhares de crianças sem ter o que comer, pais, a desigualdade social, adolescentes grávidas, AIDS, DST´s, gente morrendo por motivos fúteis...era o que eu conseguia ver assistindo televisão. Eu só queria um mundo melhor, mais igual para todos, nada demais.
Por um bom tempo esse sonho permaneceu adormecido, mas quando aos 14 anos ele reviveu quando fiz o encontro de jovens da minha escola. Quando eu vi mais de 200 pessoas trabalhando para fazer com que aquele dia fosse um dos mais importantes de nossas vidas sem ao menos nos conhecerem direito, só pelo simples fato de fazer alguém feliz de graça. Aquilo me deixou fascinada, por isso logo corri pra saber como trabalhar naquilo e desde então eu estou sempre lá, não existe nada mais gratificante do que fazer o outro feliz.

continua...

sábado, 14 de novembro de 2009

"Existe ainda algo a ser dito quando amar vira de novo puro verbo?"

"Mas, por quê? Por que não ensinam às pessoas, desde bem pequenas, que elas são indivíduos preciosos? Que devem amar não por carência, acreditando desta forma a solidão de suas existências cessará. Mas amar com o coração em paz, com a idéia de que nem a pessoa mais íntima pode compartilhar a sua dor. A dor de não ser hermafrodita, de não ter com quem partilhas as suas entranhas.
O homem deve cultivar a si mesmo com amor e cuidado. Acreditar-se eterno. Ser para si próprio eterno, afinal é certo que você será aquele quem mais tempo lhe fará companhia. E deixar o amor livre desta obrigação. Deve o homem acreditar na durabilidade do amor, mas nunca forçá-lo a isso."


sábado, 31 de outubro de 2009


Escuto palavras. Cada uma delas por sí só me dizem algo novo. Não falo do significado dessas palavras. Tô falando do que elas represtam. Notem: nesse caso o significado de uma palavra não é necessariamente o que ela representaA representação dessas palavras me induzem a escrever intuitivamente. Surge uma vontade repentina de vim aqui e gritar pro mundo o que está se passando dentro da minha cabeça.
Imaginem a situação:

eu estou numa sala de aula, o professor falando sobre as obras do vestibular, e eu querendo escrever. Feio né?Deveria estar mais concentrada na aula, afinal, o vestibular tá chegando( yes!!Faltam poucos dias para essa merda acabar), aí eu penso exatamente isso e retorno para a fala do professor. Nisso todas as minhas idéias vão embora, como vento. Uma tristeza me vem. A vontade que eu estava de transpor para um papel, office word, blog, fotolog, twitter, é imensa. Aquela idéia que eu tive, foi somente naquela hora. Agora, ela já não me vem mais na cabeça. Agora bem que eu queria ter uma máquina do tempo que me transplatasse para o momento em que eu estava tendo essas divagações, elas eram tão boas. Vanessa Simões (http://www.verdadeviva.blogspot.com/)  descreve perfeitamente o que eu quero dizer: "Todos os dias uma fotografia nova é tirada pelos meus olhos, e todos os dias eu sinto vontade de escrever sobre essa imagem, mas me falta muito mais que as palavras, inspiração. E eu acabo esperando algo (...) sensacional, fulminante acontecer para eu transformar numa historinha meia-boca, onde parte das emoções que eu sempre pretendo passar acabam sendo perdidas." Pronto, é isso, exatamente isso que eu quero dizer, portanto, está dito. 



Agora sim, vou dormir aliviada.Recebi um bom abraço.




segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Tempo, vida, frequência, reflexão.

Ultimamente a frequência com que as coisas ruins vem acontecendo é muito intensa, chega a ultrapassar a da velocidade de luz. Sério mesmo! Estou abismada. É algo fora do normal. Espero que alguma coisa muito boa esteja me esperando no final do ano, uma super coisa boa ( e olhe que nem estou contando com aprovação no vestibular...) porque tá imoral. Fábio..fique em paz! =)
Agora me veio uma pergunta, na cabeça, neste momento, agorinha meu post ia acabar e eu ia me recolher para estudar, mas ai me veio..'talvez não dê tempo', será se vai dar tempo de fazer tudo que pretendemos? Não me refiro ao vestibular e sim, quanto a vida..será? Tomara que sim, e pra todos nós. Talvez Fábio e tantos outros que morreram esses dias já tivessem cumprido a sua missão.
Bom, é isso...

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

carta de desabafo-padrão



"Sorte de hoje: Nunca deixe que os seus princípios impeçam você de fazer o que é certo"

De uns tempos pra cá, andei refletindo muito sobre a minha postura diante das situações. Não sei se as atitudes que eu tomo são coerentes, se o que eu faço é consciente, somente que estou seguindo meus impulsos. Talvez, mais tarde, isso me dê bons frutos, ou não. Estou fazendo de tudo para colher coisas boas, mas quando de repente, alguém me recrimina, me aponta um erro. Tenho que mudar tudo de novo. Ou, eu tenho que mudar de ambiente? Provar novos gostos, sabores, e amores? Tenho medo que essa minha fragilidade que eu nunca tive faça com que eu desande. Sempre fui muito forte, determinada, mas agora já não sei se sê-lo.
Hoje minha amiga falou uma coisa que me fez refletir:'você está precisando de alguém que te escute', a princípio relutei, não concordei com ela, mas depois refleti, talvez seja isso mesmo, talvez seja esse o motivo pelo qual eu voltei com a minha mania de blog/fotolog/vício em orkut, por uma necessidade de expressar minhas pretensões, de gritar pro mundo quem eu sou...um momento amostrado da minha vida que nunca tive, sou muito brincalhona, extrovertida, mas nunca ninguém soube das minhas verdades, da minha história, de tudo que já passei, e do nada minha vida vira um livro aberto e passo a contar pra qualquer um os pesares que já vivi e ensinar-lhes as lições que tirei dessas experiências, boas e ruins. Uma necessidade de gritar para que as pessoas me notem como pessoa que é "como um amontoado de nostalgia; mas passa. passa, a eu descubro que além de recordações eu trago fortes pretensões,
trago vontade, trago loucura, trago sede; que além de suspirar eu sei perder o fôlego; que além de sonhar eu sei acreditar; que além que querer, eu posso", uma erupção de sentimentos não-canalizáveis, até porque "nem toda brasileira é bunda" (infelizmente, sim, infelizmente, tenho o biotipo da mulher brasileira).
Neste momento, me deparo com a crônica de Veríssimo "Timidez", onde ele define os extrovertidos e brincalhões como os maiores tímidos, uma vez têm a necessidade de se exibir para esconder suas verdades, sua timidez. Acho que sou exatamente isso.
Ou melhor, refleti..não sou mais isso, meu momento aparício já cessou, já deu o que tinha que dar, falei demais, implorei atenção de quem não faz tanta questão de me ter por perto, preciso me reservar agora, tenho que retornar ao meu baú, e voltar a ser quem eu era, fiz escolhas erradas, atingi os dois extremos na tentativa de ser alguém que eu não era. Agora, ficar no meio-termo é mais inteligente. Chega de atitudes erradas, as consequências dessas escolhas já me castigaram demais, eu já me castiguei demais.
Falei, gritei o que precisava. Acreditas que depois que eu escrevo aqui me sinto bem melhor?
"E EU SUBO BEM ALTO PRA GRITAR QUE É AMOOOR, E EU SUBO DE ESCADA PRA ELEVAR A DOR" (Ana Carolina-Elevador - estou escutando agora)Queria continuar escrevendo, eu gosto disso, mas química, história, matemática, física...argh! Afinal, sou uma VESTIBULANDA, portanto, OREM POR MIM!!!!!!!
PSICOLOGIA UFRN 2010.1(EU VOU CONSEGUIR, SE DEUS QUISER)

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

"Boa sorte, pequena garotinha, a sua mãe é você mesma." Fernanda Young



Sabe aquela história: " de repente, você cresce não é mais a queridinha da vovó, não é mais a princesinha do papai e até o bicho papão te abandona." pronto, agora, exatamente, agora, neste minuto,nesta hora, acabei por me dar conta que isto está acontecendo comigo. Tudo o que eu faço, tudo o que eu deixo de fazer de uns tempos pra cá, tem sido único e exclusivamente por mim mesmo. Já passei da fase do fazer algo para agradar alguém. Agora, tenho que fazer algo para me satisfazer como pessoa, uma vez que estão pouco se importando do que eu faço ou deixo de fazer, agora a única pessoa interessada nos resultados que eu obtiver sou eu mesma, se foi bom ou ruim, os outros não estão nem um pouco se importando, o problema agora é único e exclusivamente meu. E é exatamente nesta hora que me vem a pergunta: será que isso é produto do somatório revolução técnico-científica com individualidade exacerbada do mundo moderno, cada um por sí e ninguém por todos, ou eu estou virando gente grande? A vida é uma correria, ninguém pergunta mais se você está bem- eu estou falando de perguntar quando se está realmente interessada, não aquele:"-Oi,tudo bem?Tudo e você?Tô bem.Ei tchau!- o elevador fecha-se." Questionamentos à mil me vem a cabeça. A resposta eu não sei. Pode ser os dois, quem sabe?! Mas, analisando bem, isto tudo pode estar prestes a mudar, ou vocês já perceberam que todo mundo que para pra pensar um pouco, também faz a mesma pergunta que eu? Isso pode significar um pequeno passo para uma mudança ou não, uma vez que provavelmente quem faz essa mesma pergunta que eu faz parte de uma elite "pensante"-sim, tem gente que anda tão ocupada que nunca parou para pensar no que a sociedade está virando- da qual eu faço parte, e compõe uma pequena parcela da sociedade? Novamente não sei a resposta, espero encontrá-la próximo ano, no meu curso de psicologia.

domingo, 6 de setembro de 2009

Carta de desabafo-padrão


Estou em ano de vestibular, ou seja, um ano verdadeiramente cão, e decisivo na vida de muitas pessoas. E eu pensava que eu estava livre dessa sina, uma vez que sempre discordei desde método brasileiro para se entrar em um ensino superior, nunca achei que fosse justo avaliar a capacidade intelectual que o ser humano adquiriu ao longo da sua vida escolar por meio de uma prova com milhares de questões a serem respondidas em um determinado tempo. A aceitação de uma pessoa no ensino superior deve ser por mérito, não é uma provaem 3 dias que vai avaliar o seu conhecimento e sabedoria de uma vida. É injusto. Pessoas que nunca estudaram na vida, chega no ano de vestibular estudam feito loucos e são aprovados, enquanto, aqueles que sempre foram responsáveis quanto ao estudo acabam não passando por causa do nervosismo, do estresse, do excesso de cobrança em si mesmo(além da familiar e dos cursinhos), e bláblábla...e de que adiantou se dedicar a vida inteira, e não receber o devido retorno da sociedade? É por isso que os jovens brasileiros não se empenham durante a vida escolar a se dedicar a atividades extras, como teatro, artes, dança, esportes, trabalhos voluntários, pois para adentrar numa faculdade isso não é prezado. Ridículo.
Desde que eu percebi esse desprezível método de ensino brasileiro deixei de dar o devido valor aos estudos das matérias escolares em que eu não vejo muito sentido em estudar, já que na minha carreira profissional não vou necessitá-las: sou muito prática e objetiva. Tudo bem, reconheço que essa minha forma de pensar é medíocre, bacana mesmo é você ter um conhecimento universal de todas as coisas. Leonardo da Vinci que o diga, sabia de tudo um pouco. Mas não consigo mudar isso em mim, é inerente à minha pessoa, não rola! E venhamos e convenhamos, certas coisas que aprendemos na escola são desnecessárias ao extremo, não é à toa que o brasileiro se aprofunda muito mais nos estudos do que os americanos, entretanto, as estatísticas mostram que esse possui um nível educacional muito mais elevado do que este. Então, qual é o sistema de ensino mais eficiente?
Voltando para mim as minhas questões. Esse ano me vi em uma cilada. Tenho que estudar coisas chatas que eu odeio, e definitivamente, não sei fazer bem uma coisa se não gostar. e odeio fazer coisas que eu não gosto. Sou mimada mesmo. Só faço o que eu quero mesmo. Mas, pior do que fazer algo que você não gosta, é fazer e não receber reconhecimento pelo que fez. E não me venham com aquela história de que você faz algo sem a intenção de receber alguma coisas em troca. O ser humano é movido a resultados, a recompensas. Ou então, qual é a necessidade de se dazer essa 'coisa'? Até mesmo quando se faz um trabalho voluntário. Ou vai dizer que você não espera um Obrigado da pessoa que foi ajudada?Claro, que sim! Quando não obtemos resultados não somos motivados a continuar no que estamos fazendo. Pronto, é exatamente assim que eu me sinto: DESMOTIVADA. Não tenho obtido bons resultados nem nas provas do colégio, será se eu vou ter no vestibular?Eu sempre dizia que não, mas to mudando minha posição. Acho que posso conseguir bons resultados, é só eu deixar meu nervosismo de lado, agora como? Já passei horas e horas na internet procurando alternativas de vencer esse desafio, mas acho que estou conseguindo aos poucos ao deixar o estresse e saindo mais com meus amigos. Além de ter refletido qual é a necessidade de eu me desgastar tanto, sabe?! Vi que não vale muito a pena tudo isso, existem coisas mais importantes para eu me preocupar nessa vida. Sem contar que eu já enfrentei dificuldades bem maiores do que a porcaria do vestibular e sempre mantive a compostura, e vou continuar mantendo-a, ou melhor, vou me reerguer.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

e a hipocrisia fica aonde?


Hoje eu andei pensando, e conclui: o ser humano é um ser muito controverso, ora fala uma coisa, mas na hora de agir, é totalmente toma atitutes totalmente diferentes. E não ache que me incluo fora desse tipo de "gentinha". Eu tirei essa conclusão ao divagar sobre as conclusões que venho tirando diante de das atitutes de algumas pessoas, como também sobre a roupa, e o jeito delas. Pura hipocrisia ridícula minha! Logo eu fazendo isto, a pessoa que mais diz: "não me julgue antes de me conhecer" ou "não se meta sem saber do que estou falando" . Me dei conta disto de uns dias pra cá quando uma palestrante disse: "Não julguem seus pais. Talvez as atitutes deles sejam reflexos de um passado que você desconhece, nessa vida eles estão arriscando tanto quanto você". De certo modo, ela parafraseou aquela música: " Eles são tão criança quanto você"( nem sei se é assim mesmo, não sou uma amante da MPB). Bem, voltando, depois que eu escutei essa mulher dizer isso, fiquei pensando:-" caraaacólis, quantas vezes a gente julga não só nossos pais, mas todo mundo que nos rodeia, e passamos por cima da história deles, julgando o momento, o agora". Ai quando estamos do outro lado do jogo, sendo julgados, alegamos que ninguém pode nos condenar, porque não sabem o que passamos, e blábláblá...aquela velha história. Como somos ridículos, hipócritas. É isso, não sei mais o que falar não..sem conclusão né? sei lá..fica a dica aí pra pensar :)

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

A princípio..



"Fico pensando se faltasse em minha vida a literatura,
Imagino como eu estaria. Dizem que durante o sono a mente seleciona aquilo que é importante registrar do que irá para o lixo
Devo sofrer algum tipo de insuficiência seletiva
Uma vez que a minha cabeça está sempre transbordando inutilidades
Gosto de escrever romaces por isso, para esvaziar o cérebro e pra xeretar as vidas dos outros sem atormentar ninguém
E concordo com um autor... Não me Lembro qual... Eu mesma, Que dizia: “Se todo mundo mantivesse os olhos presos num livro, não seria necessário a intriga”. " ( Fernanda Young)

Xeretando a internet acabei achando esse trecho da escritora Fernanda Young, não sei aonde foi publicado, mas isso não faz com que a sua importância para mim se desmereça. Incrivelmente, ela conseguiu descrever a minha paixão pela literatura, e o quão fascinada fico ao me debruçar sobre uma poesia, um livro, quando vejo quanta coisa pode ser dita com uma simples palavra, o quanto ela pode representar: uma época, um sentimento, um lugar. É simplesmente maravilhoso.
Se meus amigos lerem isso vão rir da minha cara, certeza. E eles tem uma certa razão nisso, até porque não sou do tipo de pessoa que ler muito, não mesmo. Leio um livro aqui, aculá, como qualquer adolescente brasileiro típico, mas isso não quer dizer que eu não goste de ler, ou não fique maravilhado com a literatura, eu só sou preguiçosa, desculpa!
Todavia, vejo quanto a preguiça realmente é um pecado capital: cara, nesse ano de pré-vestibular parei pra pensar o quanto eu poderia ter lido, aprendido, quanta coisa eu podia ter descoberto e não fiz nada, sabe? Quantas vezes fiquei parada olhando pro tempo pensando besteiras ao invés de buscar conhecimento, que burrice a minha! Hoje fico lamentando com vontade de ler um livro ( sem ser as obras do vestibular) mas não tenho tempo, porque não tenho tempo, e qualquer tempo fazendo qualquer outra coisa que não seja estudando para o vestibular é considerado perda de tempo. Nessa hora você me pergunta:- Sim, e o que você tá fazendo aqui, escrevendo num blog, enquanto poderia estar estudando? Sempre gostei de escrever, desde pequena. Quando criança, eu tinha um diário, trancado com cadeado e cheio de segredinhos infantis; lá pelos 12 anos ter blog era moda, mas não um como esse, eram daqueles blogs cheios de enfeites com layouts rosa pink que doíam na vista; hoje retomei à velha prática de escrever por uma simples vontade de expressar meus sentimentos, minhas indgnações com o mundo, comigo mesma. E que se dane se eu estou perdendo tempo escrevendo, ainda mais a três meses do vestibular, e daí? Deu vontade e fiz..perco tanto tempo na internet vendo orkuts imbecis, que escrever aqui vai ser um ganho, isso sim, vou estar treinando pra redação, digaí que maravilha?


P.s. Acho que após a minha postagem vocês perceberam o porque do nome do blog ser falta de léxico: escrevo do jeito que estou pensando, vai saindo as coisas, e meus pensamentos não costumam seguir uma certa linha de raciocínio lógico, são um emaranhado minhocas inúteis, sem sentido. Quem gostar, ótimo! Se você achou um vários defeitos linguisticos, desculpe-me, estou tentando, errando, aprendendo(clichê, né?)